A web geração 2.0, muito mais amigável permite-nos criar dispositivos de comunicação sem toda aquela burocracia e enrolação da 1.0, que dependia totalmente dos programadores e webdesigners.
Tirando partido das facilidades da web 2.0, estou desenvolvento sozinha para a Quiropraxia Jason Gilbert mais uma ferramenta de comunicação com seus clientes.
Sob encomenda da revista Arquitetura & Construção, descobri que a Vila Prudente é um bairro em plena ascenção na Zona Leste. Com a chegada do metrô em 2010, o bairro terá a ponte direta para a avenida Paulista. Uma maravilha para quem enfrenta horas no trânsito da Radial Leste, ou perde tempo com as baldeações da única linha disponível. A reportagem está disponível no caderno regional São Paulo da edição de maio. Confira!!
Obs.: Sou da escrita, do papel. Gente, prometo que vou melhorar o meu desempenho no vídeo.
Volto as minhas ácidas críticas ao cidadão paulistano, que vive reclamando sobre a falta de estrutura da cidade. Mas quando o governo dá alguma coisa, em troca ele retribui com desvelo, descaso, consegue demolir e depedrar equipamentos públicos por falta de educação. Alguns diriam que educação também deve vir do governo, mas será que respeito e gratidão não estão imbuídos no caráter de uma pessoa? Afinal, eventos gratuitos como o da Virada Cultural são frequentados não só por indigentes e pessoas sem recursos, mas também por pessoas com nível social, PHDs e "n" títulos. De qualquer forma, as escolas, públicas e particulares, deveriam ter uma disciplina que ensinasse a ter disciplina. Assim quem sabe no futuro nos comportemos como cidadãos que zelam e respeitam o que é seu, ou seja, a sua própria cidade.
Acessibilidade na revista Arquitetura & Construção
Quem quer saber o que está sendo feito pela acessibilidade em São Paulo, veja o caderno regional da edição de abril da revista Arquitetura & Construção. Por causa Leis Federais 10.048 e 10.098., os municípios devem se adequar as normas técnicas da ABNT 9050 que determinam medidas, baseadas no desenho universal, em prol da democratização dos espaços. Confira o making off da matéria!
No dia 29 de janeiro, tive o prazer de mediar um debate sobre acessibilidade na Pini Editora. Compareceram representantes da indústria e arquitetos. Confiram na edição edição 180 da revista AU!
Esta edição da revista AU 179, da Pini Editora está recheada de conteúdos interessantes, começando pela matéria de capa sobre um projeto do Renzo Piano.
Outras reportagensa imperdíveis são as três matérias assinadas por mim, e o complemento on line.
Meu amigo e parcerio Mauro Pereira-de-Mello, diretor da Journey Comunicações, conferiu-me a missão de redigir essa história.
O árduo trabalho de entrevistas, transcrições, muita leitura e edição de tantas informações concretizou-se no livro "A Biblioteca de todos Nós", graças a colaboração da minha cara parceira Maiá Prado.
Em tempo hábil, praticamente recorde (dois meses), consegui transformar a coleção de histórias no texto que desenha e estrutura o livro.
O livro "A Biblioteca de todos Nós" está sendo distribuído aos caros leitores da Biblioteca Pública de São Bernardo do Campo.
Andei pelas imediações da praça da Sé e do Páteo do Colégio, em busca de ícones da arquitetura para organizar um roteiro.
Como sempre descobri imagens e fatos interessantíssimos!!
O resultado da minha pesquisa e das fotos do Guilherme Perez você pode conferir no regional São Paulo, na edição de fevereiro. (Infelizmente esse caderno não é disponibilizado na internet).
Aliás, estou em nova fase: munida de um Nokia E71, que eu posso filmar, gravar, escrever, guardar e compartilhar arquivos, acessar a internet entre outras funções!
A pressa de uma repórter pode levar um trabalho de 40 minutos durar 4 horas
O que o prazo curto não faz na vida de um repórter.
A pressa em fechar esta matéria e a busca pela luz ideal quase levaram a mim e ao fotógrafo a uma verdadeira aventura na serra do mar.
O que era para ser um trabalho de 40 minutos (segundo a assessora) de carro virou uma deliciosa caminhada de 3 horas.
Prevenida, levei chapéu e passei protetor solar.
Mas o fotógrafo nem se preocupou.
A sorte é que nosso motorista nos cedeu gentilmente um pacote de bolachas, e adentrando a estrada uma névoa tomou a serra, tornando o nosso passeio misterioso e agradável.
Na metade do caminho, conseguimos uma carona que nos levou rapidamente para o sopé, onde o carro da empresa nos aguardava.
Muita gente já me conhece, mas outras nem imaginam que eu exista. Sou um pouco de tudo! Garota, mulher, esposa, mãe, bebê, pai, filha, irmã, psicologa, dona de casa e principalmente jornalista! Nasci nos anos 60, cresci nos 70, curti nos 80, atravessei os 90 e estou aqui, em plena forma, nos 2000. Tive um filho com 22 anos, casei-me oficialmente aos 43 anos e dei a luz a minha caçula aos 44 anos. Adoro arquitetura, urbanismo, cinema e tudo o que tem haver com o espaço e o ser humano, porque sonho com um mundo melhor. Amo ser jornalista porque aguça a minha curiosidade, minha necessidade de sabedoria, conhecimento. Sou estressada e viciada em trabalho. Já estive à beira de um ataque de nervos diversas vezes. Ora sou valente e corajosa, ora sou frágil e medrosa. Mais pentelha e perfeccionista que boazinha. Ariana impulsiva, geminiana indecisa. Do bem! Totalmente do bem!
Eu sei que os nossos ônibus não são os melhores, que infelizmente a maioria dos cidadãos e cobradores são mal educados, e que a grande parte dos motoristas são assassinos quando estão pilotando um ônibus.
Mas confesso que sou usuária convicta desse meio de transporte.
Para as minhas necessidades tanto o ônibus quanto o metrô e o trem atendem perfeitamente meu dia à dia.
Sou profissional liberal e não saio de casa na hora do rush.
E ainda posso marcar meus compromissos na hora e dia que quero.
Eu não tenho vergonha de andar de meio público como a maioria dos paulistanos, que ainda estão nos tempos em que ter carro era sinônimo de status.
Isso vem do surgimento dos automóveis no início do século XX, quando a ferrovia e os bondes foram sendo extintos em prol das estradas, das ruas pavimentadas e dos complexos viários.
Hoje, sofremos as conseqüências. Trânsito caótico, poluição e aquecimento solar seriam suficientes para elencar os problemas.
Se analisarmos profundamente a questão do meio de transporte, chegaremos a uma sociedade sedentária,que não se preocupa nem com o ambiente, nem com a saúde pública.
O bacana é comprar uma dessas peruas tipo Cherokee, pará-la de preferência em fila dupla na rua Oscar Freire, para dar um passeio com o cachorrinho na calçada.
O chic é estacionar em local proibido para o manobrista do cabeleireiro pegar o carro.
Em época de pré-eleição, antes de reclamar do transporte público, que tal fazer um passeio de ônibus pela cidade, para então solicitar ao seu candidato a medida mais construtiva?
Que tal dar uma volta de metrô e checar pessoalmente como anda o centro da cidade?
Ou pegar um trem no rio Pinheiros e ir conhecer a zona Sul da cidade?
Aposto que estão me olhando enviesado aí do outro lado do monitor, mas até guias de passeios em São Paulo sugerem esse tipo de programa!
Vaidades à parte, não gosto de fazer propaganda do meu trabalho profissional aqui no Blog da siu, mas, gente, olha que bacana o meu primeiro vídeo na era da internet para a TV Casa. Clique no link Cêramica fotovoltaica, e assista. Estou super orgulhosa!!!
Adoro experimentar as novas tecnologias. E tive a oportunidade de participar dessa reportagem para a revista Arquitetura & Construção que acabou sendo distribuída em duas mídias diferentes. O teaser na internet que chama para a revista.
Hoje, a informação é mutável, ela vai se desdobrando, crescendo. Você pode saber tudo sobre tudo a qualquer momento. E acrescentar se quiser! Participar da informação, o que é muito legal!
Eu gosto de estar por dentro da tecnologia da informação. Porque, para ser um jornalista atualmente, não basta saber escrever, mas saber escolher a mídia certa, na hora certa para falar a coisa certa.
Gente, como é gostoso ver os filhos crescerem. Me rejuvenesce!!
Segunda, estava eu comemorando o aniversário da minha filha mais nova. Hoje, três dias depois, é o meu dia! E confesso que, depois da festinha da pequena, me sinto alguns anos mais jovem.
Não tenho vergonha de dizer que estou fazendo 48 anos. Estou pouco me lixando com o que as pessoas pensam ou deixam de pensar, se há pés de galinha nos meus olhos, ou uma ruga no meu pescoço...
Sou vaidosa, é lógico, mas se eu me preocupar em demasia com isso estou perdida!!
Assumo com muito orgulho a minha idade. É hereditário. Minha avó com 94 anos parecia ter 80, minha mãe com 70 e poucos também aparenta menos, eu e minha irmã idem. Quem sabe minha filha e minha sobrinha como serão daqui 30 anos?
As mulheres da família são assim... envelhecem bem e com saúde!
Independente de aparentar menos idade, eu percebo que quanto mais os anos passam menos ansiedades com relação ao amanhã eu sinto.
Isso é muito legal! A pressa que eu tinha com 20 anos, com 30 diminuiu e praticamente com os 40 acabou.
Estressada, eu sou mesmo! Quem não é em uma cidade como São Paulo que está cada dia mais complicada? Olha que consegui reduzir bastante o nível de estresse.
E as paranóias? Ao longo dos anos consegui uma coleção delas. A cidade e a vida me ajudaram a colecioná-las. Isso, sim, me incomoda um bocado. Vem o peso da idade e do tempo que perdendo nesta megalópolis com um sistema urbano massacrante.
A cidade de São Paulo nos deixa amedrontados, tensos, tranca-nos dentro de casa, cerca-nos de grades, câmeras e seguranças! Cadê a privacidade?? Não tolero mais baixa qualidade de vida. Não tolero mais ter pouco tempo para lazer, família e para mim mesma. Não tolero mais ganhar menos do que gasto!!!
Segundo meu amigo Levi, este é o meu ano!! Ano do rato!! Entre os meus planos para 2008 estão: zerar o cheque especial, quitar o cartão de crédito, trabalhar menos, eliminar as nóias e me divertir muito mais!! Me aguardem!!!!
Foi assim que me senti ao chegar no cume da Pedra do Forno em Gonçalves, MG. Há muito tempo que realmente não descarregava as energias. Olhar aquele imenso horizonte ziguezagueado por serras, rios, céu e o nada, me fez sentir livre outra vez.
Sem aquela adrenalina urbana, que dispara meu coração a cada possível ameaça. Uma adrenalina boa, de quem caminha, escala, ultrapassa as barreiras da natureza para comungar junto a ela.
Tempo pra namorar, tempo pra descansar, tempo para relaxar dentro do spa admirando a vista da serra...
Ah... quando saio de São Paulo vejo como ela está me corroendo. Como ela me faz mal. Como ela me rouba a vida. Por mais que eu tente e queira fazer algo pela minha cidade, a única coisa que me vem a cabeça é fugir.
Ir para um lugar onde haja mais educação e respeito! "Ah, você não vai aguentar tanta tranqüilidade!" Será?, me pergunto. E eu desfruto dessa agitação de São Paulo? Estou ficando paranóica, isso sim.
A cada congestionamento, cada farol quebrado, cada fila de supermercado, cada mega projetos que surge na vida de uma profissional liberal, cada minuto com a telemoça que interrompe a minha concentração no meio do expediente... os batimentos cardíacos aceleram, a respiração, ôfega. Entro em estado de choque, uma mistura de ansiedade e medo profundos.
O Sul de Minas me pareceu muito organizado. A cidade, parte de um roteiro chamado Serras Verdes, é totalmente focada em turismo.
O espírito hospedeiro paira no ar, aliás, considerado o melhor do Brasil. A arte de bem receber faz parte da profissão de cada cidadão Gonçalvense.
O clima subtropical, por incrível que pareça, inspira grandes negócios. Projetos estratégicos são discutidos na mesa ao lado, à beira rio.
Para uma paulista, foi de dar inveja ver como os mineiros são estruturados economicamente, e ali em especial, em torno da vocação turística, viu? Enquanto brasileira, Gonçalves é de dar orgulho. Sustentável, o munícipio procura preservar o patrimônio natural, que é muito rico, com hortas orgânicas e reciclagem de lixo. Dá até pra pensar em recolher os meus impostos em outro Estado, porquê não? Afinal, o que buscamos é uma vida digna, não importa onde, não é mesmo?